Conselho Municipal da Matola está a mapear terrenos usurpados pela população
O Conselho Municipal da Matola está a mapear terrenos anteriormente não utilizados, que foram usurpados pela população
O Conselho Municipal da Matola está a mapear terrenos anteriormente não utilizados, que foram usurpados pela população, sobretudo no posto administrativo da Machava, com o objectivo de pôr fim a este fenómeno e prevenir a sua propagação para outros bairros, reporta o jornal Notícias.
Entre os bairros mais afectados pela ocupação ilegal de terrenos destacam-se Tsalala, Matola-Gare, Mathlemele, Machava-sede, Siduava e partes de Matola-Rio.
O vereador para o Planeamento Territorial, Aurélio Salomão, alertou para relatos de ameaças feitas aos proprietários por residentes da Matola.
“Estamos a implementar um plano para a divisão legal de terrenos nos bairros de Muhalazi e Ngolhoza. Portanto, o nosso primeiro passo é combater a demarcação e ocupação de terrenos urbanos sem qualquer procedimento documental,” explicou Salomão.
O vereador salientou que construções não autorizadas serão imediatamente embargadas e demolidas como parte do processo de reorganização dos espaços ocupados de forma ilegal pela população.
“Iremos investir na requalificação, planeamento urbano e reorganização territorial dos terrenos ociosos,” sublinhou.
Ivan Machaeie, residente no bairro de Machava-sede, justificou que a população tem ocupado terrenos de forma irregular devido à falta de oportunidades para adquirir parcelas de forma legal.
Na cidade de Maputo, onde também se verifica a ocupação irregular de terrenos, o vereador para o Planeamento, Organização Territorial e Ambiente, Idálio Juvane, referiu que propriedades privadas nos bairros de Albazine e Chiango foram invadidas recentemente, até na última semana.
“Apelamos aos residentes que denunciem actos de invasão de terrenos às estruturas administrativas locais e encorajamos os proprietários destas parcelas a procederem com a sua ocupação de acordo com os regulamentos municipais,” instou Juvane.
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