Donald Trump Exclui Chefes de Estado Africanos da Sua Posse em 2025
Em uma decisão que não surpreendeu analistas políticos, Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, não convidou nenhum chefe de Estado africano para a sua cerimônia de posse, marcada para 20 de janeiro de 2025.
Em uma decisão que não surpreendeu analistas políticos, Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, não convidou nenhum chefe de Estado africano para a sua cerimônia de posse, marcada para 20 de janeiro de 2025.
A exclusão de líderes africanos reflete a posição de Trump em relação ao continente, amplamente vista como negligente e alinhada a suas críticas históricas a governos que ele associa ao “marxismo cultural”. Essa postura contrasta com a de seu antecessor, Joe Biden, que manteve esforços diplomáticos para fortalecer laços com a África.
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Embora Trump tenha quebrado precedentes ao estender convites pessoais a líderes estrangeiros, ele se concentrou em políticos de direita e aliados ideológicos. Na Europa, apenas Giorgia Meloni, Primeira-Ministra da Itália, foi convidada, enquanto nomes como Viktor Orbán, da Hungria, ficaram de fora. Na América Latina, o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi listado como convidado de honra, mas enfrenta restrições judiciais que o impedem de deixar o Brasil. Outro nome incluído foi Javier Milei, recém-eleito presidente da Argentina.
A ausência de convites para líderes africanos sinaliza uma continuidade da política de Trump, que ao longo de sua carreira política demonstrou pouco interesse pelo continente. Para muitos especialistas, a decisão não é apenas protocolar, mas uma mensagem sobre o tipo de alinhamento político e ideológico que Trump pretende reforçar em seu novo mandato.
A nível da diplomacia, analistas consideram que, a decisão pode criar fricções entre os Estados Unidos e países africanos que cultivaram laços estreitos com a administração de Biden. Este episódio é visto como um primeiro indício de que a política externa de Trump será ainda mais focada em seus interesses ideológicos e menos em relações globais, principalmente com o continente africano.
A cerimônia de posse promete ser uma reafirmação de sua visão nacionalista, deixando claro quem são seus aliados prioritários.
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