China e Trump em confronto: Guerra Comercial Aquece com Tarifas de Retaliação e investigações tecnológicas
Numa resposta rápida e agressiva aos novos impostos dos EUA, a China contra-atacou com medidas económicas próprias, reacendendo as tensões entre as duas maiores economias do mundo.
Numa resposta rápida e agressiva aos novos impostos dos EUA, a China contra-atacou com medidas económicas próprias, reacendendo as tensões entre as duas maiores economias do mundo. Momentos após a entrada em vigor da tarifa de 10% imposta por Donald Trump sobre todas as importações chinesas, Pequim anunciou pesadas tarifas sobre exportações-chave dos EUA—incluindo carvão, gás natural liquefeito (GNL), petróleo bruto, equipamento agrícola e automóveis—com início previsto para 10 de Fevereiro.
Mas a batalha comercial é apenas parte da escalada de confrontos. A China também impôs restrições rigorosas à exportação de minerais críticos essenciais para a indústria norte-americana, iniciou uma investigação antitrust contra a Google e apresentou uma queixa formal na Organização Mundial do Comércio para contestar o novo ataque económico de Washington.
Entretanto, a administração Trump avança em várias frentes: nomeando aliados estratégicos para cargos-chave no governo, expandindo a produção energética interna e intensificando a repressão às universidades por alegações de antissemitismo. Em meio ao caos, surgem relatos de que o império tecnológico de Elon Musk terá infiltrado sistemas do governo federal, aprofundando ainda mais a influência do bilionário na administração.
Enquanto Trump demonstra o seu poder económico e político, a China deixa claro que não recuará sem luta. Com ambos os lados a endurecer as suas posições, o cenário está montado para um novo e imprevisível capítulo nas relações sino-americanas.
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