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Fusão Bilionária Entre Honda e Nissan Colapsa

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As negociações de fusão entre a Honda e a Nissan fracassaram após as empresas não chegarem a um acordo sobre a união bilionária de seus negócios.

As negociações de fusão entre a Honda e a Nissan fracassaram após as empresas não chegarem a um acordo sobre a união bilionária de seus negócios.

As montadoras japonesas, juntamente com a parceira Mitsubishi, planejavam combinar suas operações para enfrentar a concorrência crescente de rivais, especialmente na China.

A fusão teria criado um grupo automotivo avaliado em US$ 60 bilhões (£48 bilhões) e o quarto maior do mundo em vendas de veículos, ficando atrás apenas de Toyota, Volkswagen e Hyundai.

Apesar do colapso da fusão, as empresas afirmaram que continuarão cooperando no desenvolvimento de veículos eléctricos.

Impactos para Nissan e Honda

O acordo era visto como essencial para a Nissan, que já foi a segunda maior montadora do Japão, mas que enfrenta quedas nas vendas e dificuldades internas.

Tanto a Nissan quanto a Honda também encaram a ameaça de tarifas nos Estados Unidos, um de seus principais mercados.

Em novembro, a Nissan surpreendeu os acionistas ao anunciar demissões em massa como parte de um plano para lidar com a queda das vendas na China e nos EUA.

O sector de veículos eléctricos tem sido cada vez mais dominado pelas montadoras chinesas, como a BYD, o que tem dificultado a competitividade das fabricantes tradicionais.

Concorrência e Novos Rumos

Em março do ano passado, antes do anúncio da fusão, Honda e Nissan já haviam firmado uma parceria estratégica para o desenvolvimento de veículos eléctricos.

“O início das negociações foi motivado pela necessidade de fortalecer nossa capacidade de competir, especialmente diante das novas forças emergentes até 2030. Caso contrário, seremos superados”, afirmou Toshihiro Mibe, CEO da Honda.

Enquanto isso, o gigante tecnológico taiwanês Foxconn surge como um possível investidor da Nissan.

“Se a cooperação exigir a compra de acções da Nissan, vamos considerar essa possibilidade”, declarou Young Liu, presidente da Foxconn, na quarta-feira.

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