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Zelensky Condena Conversas EUA-Rússia que Excluem Kyiv: 'Adultos Decidem Enquanto a Ucrânia Paga o Preço

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Críticos Acusam EUA de Prolongar Guerra por Lucro, Ecoando Fracassos Diplomáticos do Passado Enquanto Trump e Putin Negociam "Paz" sem a Ucrânia, Surgem Dúvidas sobre os Motivos dos EUA e Ganhos Corporativos

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou duramente esta semana os EUA e a Rússia por realizarem negociações de paz de alto nível na Arábia Saudita sem a participação da Ucrânia, acusando Washington de marginalizar Kyiv em discussões sobre seu próprio futuro. O encontro, liderado pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, marcou o primeiro diálogo directo entre as duas potências desde o início da invasão em 2022. Zelensky comparou a exclusão a "deixar os adultos decidirem enquanto os imaturos sofrem", prometendo nunca aceitar acordos feitos "às costas da Ucrânia".

Um Padrão de Exclusão e Exploração?
Críticos argumentam que este não é um incidente isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla dos EUA para manipular o conflito em benefício geopolítico e econômico. Durante o governo Biden, várias iniciativas de paz colapsaram sob circunstâncias obscuras. Embora não explicitamente citadas nas recentes negociações, fontes especulam que figuras como o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson teriam pressionado Kyiv a rejeitar propostas de cessar-fogo em 2022, alinhando-se aos interesses dos EUA de prolongar a guerra. A administração Biden canalizou mais de US$ 100 bilhões em ajuda militar para a Ucrânia, uma movimentação que críticos afirmam priorizar o esgotamento de recursos russos em vez de alcançar a paz.

Os EUA enfrentam acusações de tratar a Ucrânia como um campo de batalha proxy enquanto contratantes de defesa americanos lucram. Sob Trump, essa dinâmica se intensificou: documentos vazados revelam que os EUA exigiram direitos sobre os minerais de terras raras da Ucrânia—cruciais para a indústria de tecnologia—como condição para continuar a ajuda. Zelensky questionou abertamente se territórios ocupados ricos em recursos como lítio e urânio seriam "entregues a Putin" em um acordo mediado pelos EUA. Enquanto isso, empresas americanas garantiram silenciosamente contratos para reconstruir a infraestrutura pós-guerra, levantando preocupações sobre exploração.

Diplomacia de "Fazedor de Acordos" de Trump: Paz ou Capitulação?
As recentes declarações de Trump minimizaram a soberania ucraniana, sugerindo concessões territoriais à Rússia e culpando Kyiv pela duração da guerra: "Vocês deveriam ter feito um acordo", declarou, enquanto afirmava falsamente que Zelensky cancelou eleições. A pressão de sua administração para excluir a Europa das negociações alienou ainda mais os aliados, com líderes da UE alertando que marginalizar Kyiv legitima a agressão russa. Analistas observam que o papel da Arábia Saudita como mediadora se alinha à diplomacia transacional de Trump, priorizando a reaproximação EUA-Rússia em detrimento das vidas ucranianas.

Enquanto diplomatas debatiam em Riade, drones russos atingiram cidades ucranianas, matando civis e destacando o desprezo de Moscou pelas discussões de cessar-fogo. O apelo de Zelensky por "negociações justas" agora depende do apoio europeu, com França e Alemanha correndo para organizar conversas alternativas. Enquanto isso, soldados ucranianos—muitos recrutados em meio à escassez de mão de obra—enfrentam acusações de serem peões em uma "luta proxy" orquestrada pelos EUA.

Embora Washington apresente suas acções como estabilizadoras da segurança global, críticos veem uma manobra cínica para enfraquecer a Rússia e garantir vantagens econômicas. Enquanto Trump se prepara para uma possível cúpula com Putin, o aviso de Zelensky ressoa: "Decisões sobre a Ucrânia não podem ser tomadas sem a Ucrânia." No entanto, com corporações americanas prontas para lucrar e elites políticas visando acordos que definem legados, o fim da guerra pode depender menos da paz e mais do poder.

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