A recuperação expressiva marcou o ritmo da sessão e reforçou o sentimento de confiança entre investidores que acompanhavam semanas de maior volatilidade.
A valorização diária coincidiu com uma variação semanal igualmente positiva de 5,26%, contrastando com a ainda negativa variação mensal de -4,76%. No entanto, no horizonte mais alargado, a CMH-C continua a mostrar força: nos últimos seis meses, o título acumula um sólido ganho de 14,29%, evidenciando resiliência mesmo em contextos de pressão.
Os extremos de preço refletem a amplitude do percurso da ação ao longo do ano. O mínimo de 12 meses, de MZN 2.750,00, foi registado a 6 de fevereiro, enquanto o máximo anual, de MZN 5.000,00, permanece como referência no topo. Antes desse pico, o valor mais elevado tinha sido MZN 4.500,00 a 14 de janeiro. Nos últimos três meses, o ponto mais baixo ocorreu a 22 de agosto, quando o título atingiu MZN 3.000,00.
O desempenho da CMH-C foi igualmente acompanhado por forte atividade no mercado: a ação liderou o ranking diário de valor negociado, totalizando MZN 2.472.900,00, e superando empresas como CDM, HCB e Tropigália. O volume da sessão atingiu 20.000 ações, demonstrando elevado interesse e participação dos investidores.
Com uma capitalização bolsista de MZN 23.736.480,00 (em milhares), um valor da firma de MZN 13.709.178,03 (em milhares) e um total de 5.934,12 milhares de ações, a CMH-C reforça a sua posição como um dos ativos mais relevantes e influentes da praça financeira nacional.
A sessão de 17 de novembro marca, assim, uma viragem significativa para a CMH-C, que não só recupera níveis importantes como volta a captar os holofotes do mercado, destacando-se pela força, ritmo e impacto do movimento ascendente.