HCB Cai 24,6% e Reacende Volatilidade no Mercado
A HCB registou uma das quedas mais intensas da sessão de 20 de novembro, ao recuar para MZN 3,28, uma descida significativa de 24,60% no dia.
Apesar do forte ajuste diário, o título mantém desempenho positivo no curto prazo, com ganhos de 9,33% na semana e 17,14% no mês, embora o balanço dos últimos seis meses continue negativo em –26,79%.
A oscilação do preço nesta sessão reforça o padrão de volatilidade que tem marcado a performance da eléctrica ao longo do ano. Nos últimos 12 meses, o ponto mais baixo foi registado em 29 de maio, quando a acção tocou MZN 2,03, antes de subir até aos MZN 5,62 em 20 de maio, máximo anual. No mesmo período, o título também alcançou um outro pico relevante de MZN 4,50 em 19 de maio. Em horizontes mais curtos, o valor mais baixo dos últimos três meses ocorreu em 9 de setembro, quando o preço caiu para MZN 2,27.
A sessão de 20 de novembro trouxe liquidez moderada, com um volume total de 13.284 acções negociadas. No ranking diário, a HCB posicionou-se como o 3.º título mais transaccionado, atrás de CDM e CMH-C, mas à frente de TRO-B, EMOSE e ARKO-S. Actualmente, a companhia apresenta um valor de mercado de MZN 86,96 mil milhões e um valor da firma de MZN 61,69 mil milhões, suportados por 26,5 mil milhões de acções emitidas.
O movimento de queda desta sessão é visto por analistas como um ajuste acentuado após semanas de recuperação, num activo que tem alternado períodos de impulso e correcção. A descida pode recfletir realização de lucros num patamar onde o preço havia acumulado ganhos relevantes no curto prazo.
Com o histórico recente de forte amplitude entre mínimos e máximos, o mercado acompanha agora de perto se a HCB encontrará suporte na zona dos MZN 3,00 a 3,20, ou se continuará a ajustar após o pico de valorização mensal.
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