HCB Reacende Risco de Mínimos ao Cair 3,43%
As acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) caíram 3,43% na sessão de 08 de Dezembro, fechando a MZN 3,10 e aprofundando as perdas semanais para –3,73%. A queda recoloca o título na zona de maior fragilidade dos últimos meses, reacendendo o risco de um novo teste aos mínimos recentes.
Nos últimos 12 meses, a HCB tem vivido forte volatilidade. O preço atingiu o mínimo anual de MZN 2,03 em 29 de Maio, antes de disparar até ao máximo de MZN 5,62. Antes desse pico, já havia tocado MZN 4,50 em 19 de Maio, consolidando o perfil sensível e imprevisível do papel. Nos últimos três meses, o suporte mais relevante permanece nos MZN 2,27, registado em 09 de Setembro, nível que volta à linha de risco com o recuo recente.
A sessão de 08 de Dezembro foi marcada por liquidez reduzida: apenas MZN 189.413 foram transaccionados, ainda assim suficientes para colocar a HCB na terceira posição do ranking diário, atrás da CDM e da CMH-C. A baixa liquidez continua a amplificar a volatilidade, tornando pequenas ordens capazes de provocar variações percentuais significativas.
Apesar da pressão no curto prazo, a acção ainda mantém uma valorização de 23,51% nos últimos seis meses, sinalizando recuperação no médio prazo. Contudo, o sentimento do mercado permanece cauteloso, com a HCB a oscilar rapidamente entre quedas expressivas e recuperações breves, num ambiente sensível ao fluxo de ordens e à pressão vendedora.
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